O país mais meridional dos Bálcãs e confina a norte com a Bulgária, Macedônia e com a Albânia, a leste com a Turquia, quer em fronteira terrestre, quer com fronteira marítima no Mar Egeu, a sul com o Mar Mediterrâneo e a oeste com o Mar Jônico, através do qual tem ligação a Itália.
DADOS GERAIS
Geografia
- Área: 131.990 km²
- Hora local: +6 h. (horário de verão europeu em set/2007)
- Clima: Mediterrâneo.
- Capital: Atenas.
- Cidades: Atenas (748.110), Salônica (377.951), Pireu (169.622), Patras
(155.180), Héraclion (117.167) (1995).
População
- Habitantes: 11,1 milhões (2005).
- Nacionalidade: Grega
- Idiomas: Grego (oficial).
- Composição: Gregos 98%, outros 2% (1996).
- Religião: Cristianismo 94,7% (ortodoxos 93%, outros 3,5% - dupla filiação 1,8%),
outras 3,4%, sem religião e ateísmo 1,9% (2000).
Governo
- República parlamentarista.
- Div. Administrativa: 13 regiões.
- Presidente: Károlos Papúlias.
- Primeiro-Ministro: Konstantínos A. Karamanlís
- Partidos: Movimento Socialista Pan-Helênico (Pasok), Nova Democracia (N D).
- Legislativo: Unicameral – Parlamento, com 300 membros.
- Constituição: 1975.
Economia
- Moeda: Euro (substitui o dracma, que deixa de circular em 2002)
- Cotação US$ 1: 0,73 (em setembro de 2007).
- PIB: US$ 283,7 bilhões (2005).
Fontes: Banco Mundial, Time and Date, IBGE, Banco Central do Brasil.
HISTÓRIA
A Grécia Micênica é o nome dado à civilização da Idade do Bronze do período Heládico Antigo (este último, geralmente estabelecido como o intervalo 2.500 -1.900 a.C.). A cultura grega desse período durou desde a chegada dos gregos no Egeu, por volta de 1.600 a.C. até o colapso de sua civilização da Idade do Bronze por volta de 1.100 a.C.. Por volta de 1.400 a.C. os micênios estenderam seu controle a Creta, o centro da civilização Minóica, e adotaram uma forma da escrita minóica para que pudessem registrar sua primitiva variante da língua grega. Por volta de 1.100 a.C. a civilização micênica entrou em colapso. Os próprios gregos costumavam atribuir a causa desse declínio à invasão dos Dórios. Todavia, as evidências arqueológicas que poderiam comprovar esse ponto de vista são escassas. Ao fim desse período de estagnação (uma das principais características da Idade das Trevas) a civilização grega foi tomada por um renascença que se espalhou pelo mundo grego chegando até ao Mar Negro e à Espanha. A unidade política básica na Grécia arcaica era a polis, geralmente traduzida como cidade-estado. A própria palavra "política" significa "assuntos da polis". Cada cidade era independente, ao menos em teoria.
O período helenístico da história grega começa com a morte de Alexandre em 323 a.C. e termina com a anexação da península e ilhas gregas por Roma em 146 a.C. Apesar do fato de que o estabelecimento do governo romano não quebrou a continuidade da sociedade e cultura helenísticas - que permaneceram essencialmente as mesmas até o advento do Cristianismo -, ele marcou, contudo, o final da independência política grega. Durante o período helenístico, a importância da Grécia "em si" (ou seja, o território representado pela Grécia atual) dentro do mundo grecófono declinou nitidamente. Os grandes centros de cultura helenística eram Alexandria e Antioquia, capitais do Egito ptolomaico e da Síria selêucida respectivamente. Outros centros importantes eram Esmirna, Selêucida do Tigre, Éfeso e Pérgamo, todas fora da Grécia continental. Militarmente a Grécia havia entrado num declínio tal que os romanos conquistaram todo o seu território (168 a.C. em diante) - ainda que a cultura grega, em contrapartida, houvesse conquistado os romanos. Apesar do início do governo romano sobre a Grécia ser datado convencionalmente com o saque de Corinto por Lucius Mummius em 146 a.C., a Macedônia já havia caído sob o controle romano com a derrota de seu rei, Perseu, por Aemilius Paullus na cidade de Pidna em 168 a.C.. Os romanos dividiram a região em quatro repúblicas menores, e em 146 a.C. a Macedônia se tornou oficialmente uma província romana, fazendo de Tessalônica sua capital. O restante das cidades-estados gregas gradualmente, e por fim, prestaram homenagem a Roma, finalmente enterrando sua autonomia de jure. Os romanos deixaram a administração local ao encargo dos gregos sem nem tentar abolir o padrão de política tradicional. A ágora em Atenas continuou a ser o centro da vida civil e cultural.
A história do Império Bizantino é descrita como a história "do Estado romano da nação grega que se tornou cristão." A divisão do império em ocidente e oriente e o subseqüente colapso do Império Romano do Ocidente foram desenvolvimentos que acentuaram constantemente a posição dos gregos no império e terminaram permitindo que fossem identificados com ele de forma completa. O papel principal de Constantinopla começou quando Constantino, o Grande transformou Bizâncio na nova capital do Império Romano, cujo nome veio a ser mudado para Constantinopla. A cidade, localizada no coração do helenismo, tornou-se um ponto de referência para os gregos até a era moderna. O ano de 1204 marca o início do período bizantino tardio, quando teve lugar o acontecimento de maior importância para o Império. Constantinopla foi perdida para os gregos pela primeira vez, e o império foi conquistado por cruzados do mundo latino, sendo substituído por um novo império onde o latim seria a língua ativa, período que perdurou por 57 anos. Além disso, o período de ocupação latina influenciou de forma definitiva os desenvolvimentos internos do império, uma vez que elementos feudais começaram a fazer parte do modo de vida bizantino.
Os otomanos dominaram a Grécia até o início do século XIX. Em 1821 os gregos insurgiram-se, declarando sua independência na Guerra de Independência da Grécia, apesar de só conseguirem real emancipação em 1829. Na Primeira Guerra Mundial a Grécia juntou-se aos poderes da Aliança para lutar contra a Turquia e os outros Poderes Centrais. Depois da guerra foram concedidas à Grécia partes da Ásia Menor, incluindo a cidade de Esmirna, cuja população era, em grande parte, grega. Na época, porém, os nacionalistas turcos liderados por Mustafa Kemal Atatürk derrubaram o governo otomano, organizaram um ataque militar às tropas gregas e derrotaram-nas. Apesar das forças armadas do país ser numericamente pequenas e mal equipadas, a Grécia contribuiu de forma decisiva com os Aliados na Segunda Guerra Mundial. No início da guerra a Grécia juntou-se aos Aliados e recusou-se a aceder às exigências italianas. Em 28 de outubro de 1940 a Itália invadiu a Grécia, mas as tropas gregas expulsaram os invasores após sangrentas batalhas, marcando a primeira vitória da Aliança na guerra. Hitler envolveu-se relutantemente, com o objetivo principal de garantir o domínio sobre o seu flanco sul: tropas da Alemanha, Hungria, Bulgária e Itália invadiram a Grécia com sucesso, obtendo triunfo sobre as unidades gregas, britânicas, australianas e neozelandesas. Durante muitos anos da ocupação nazista, milhares de gregos morreram em combate direto, em campos de concentração ou por pura inanição. Após a libertação, a Grécia viveu uma guerra civil - entre comunistas e monarquistas - igualmente cruel, que durou três anos (1946-1949).
Durante as décadas de 50 e 60 a Grécia continuou em lento desenvolvimento com o auxílio dos Estados Unidos, através das doações e empréstimos do Plano Marshall. Em 1967 as forças armadas gregas tomaram o poder através de um golpe de estado, derrubando o governo de direita de Panayiotis Kanellopoulos e estabelecendo a junta militar grega de 1967-1974. Em 1973 o regime aboliu a monarquia grega. Em 1974 o ditador Papadopoulos negou ajuda aos EUA, conjecturando-se que, como resultado, os Estados Unidos, através da cooperação de Henry Kissinger, colocou em andamento um segundo golpe de estado. O coronel Demétrios Ioannides foi apontado como novo chefe de estado. Em 1975, após o plebiscito que confirmou a deposição do rei Constantino II, uma constituição republicana democrática foi estabelecida. Outro político previamente exilado, Andreas Papandreou, também retornou à Grécia e fundou o partido socialista PASOK, que ganhou as eleições em 1981, dominando o curso político do país por quase duas décadas. Desde a restauração da democracia, a estabilidade e a prosperidade econômica da Grécia têm crescido. O país tornou-se parte da União Européia em 1981 e adotou o Euro como moeda em 2001. Novas infraestruturas, fundos da UE e rendimentos turísticos em ascensão, sua marinha mercante, seus serviços, suas indústrias elétrica e de telecomunicações trouxeram aos gregos um padrão de vida sem precedente. Tensões continuam a existir entre a Grécia e a Turquia acerca do Chipre e da delimitação de fronteiras no Mar Egeu, mas as relações entre esses dois países degelaram consideravelmente depois de uma série de terremotos - primeiro na Turquia e depois na Grécia - e de freqüentes amostras de simpatia e generosa assistência pela parte de ambos os lados.
Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE
DADOS COMPARATIVOS
GRÉCIA - BRASIL – RIO GRANDE DO SUL - (2005)
DADOS ECONÔMICOS
GRÉCIA
BRASIL
RS
População Total (Milhões) *
11,1
186,4
10,7
Área (km²)
131.990
8.514.876
281.748
PIB per capita (US$) *
25.562
4.289
5.499
PIB (US$ bilhões) *
283,7
799,4
59,63
Crescimento Anual do PIB (%) *
3,7
3,3
-5,2
Agricultura (% PIB) *
5,2
8,1
11,50
Indústria (% PIB) *
20,8
38,4
44,52
Serviços (% PIB) *
74,0
53,5
43,98
Expectativa de Vida (anos) *
79,0
71,2
72,05
* Estimativas, sujeitas a retificação
Fontes Consultadas: Banco Mundial, Nações Unidas, IBGE e FEE
Nota: Os valores referentes ao Produto Interno Bruto do Rio Grande do Sul foram convertidos em dólar pela cotação média do ano de 2005 (US$ médio 2, 4344)
COMÉRCIO EXTERIOR
No ano de 2005 , a Balança Comercial da Grécia apresentou os seguintes valores: total das exportações US$ 17,1 milhões (FOB) e total das importações US$ 53,9 milhões (CIF). Na pauta das exportações e importações da Grécia em relação ao mundo destacam-se:
PRODUTOS MAIS EXPORTADOS (2005)
Part. %
COMBUSTÍVEIS, ÓLEOS E CERAS MINERAIS
9,4
PRODUTOS FARMACÊUTICOS
6,7
VESTUÁRIO E SEUS ACESSÓRIOS, DE MALHA
6,3
MÁQUINAS, APARELHOS E MATERIAIS ELÉTRICOS
5,4
ALUMÍNIO E SUAS OBRAS
5,3
CALDEIRAS, MÁQUINAS, APARELHOS E INSTRUMENTOS MECÂNICOS
No que se refere às relações comerciais com o Brasil, no ano de 2006, a Grécia ocupou o 65o lugar no ranking dos países de destino das exportações brasileiras, e o 69o lugar no ranking dos países de origem das importações brasileiras.
EVOLUÇÃO DA BALANÇA COMERCIAL BRASIL - GRÉCIA
US$
2006
Var. %
2005
Var. %
2004
Exportações
247.492.231
42,36
173.849.867
-10,04
193.258.791
Importações
59.205.696
123,64
26.473.729
-46,23
49.231.655
Saldo
188.286.535
27,76
147.376.138
2,33
144.027.136
Corrente de Comércio
306.697.927
53,10
200.323.596
-17,39
242.490.446
Fonte: MDIC/ALICE WEB
PRODUTOS QUE O BRASIL MAIS EXPORTA PARA GRÉCIA - 2006
Descrição NCM
US$ (FOB)
%
CAFÉ, CHÁ, MATE E ESPECIARIAS
48.418.441
19,56
GRAOS, SEMENTES E FRUTOS DIVERSOS
44.737.046
18,08
TABACO E SEUS SUCEDÂNEOS MANUFATURADOS
22.662.614
9,16
BEBIDAS, LÍQUIDOS ALCÓOLICOS E VINAGRES
21.025.280
8,50
GORDURAS, ÓLEOS E CERAS ANIMAIS OU VEGETAIS
18.772.851
7,59
CALDEIRAS, MÁQUINAS, APARELHOS, ETC. MECANICOS
12.232.201
4,94
AÇUCARES E PRODUTOS DE CONFEITARIA
11.241.307
4,54
OBRAS DE FERRO FUNDIDO, FERRO OU AÇO
10.481.834
4,24
CARNES E MIUDEZAS, COMESTÍVEIS
9.451.579
3,82
CALÇADOS E SUAS PARTES
8.822.355
3,56
VEÍCULOS, AUTOMOVEIS, TRATORES E CICLOS
7.406.814
2,99
PLÁSTICOS E SUAS OBRAS
2.993.737
1,21
MÁQUINAS, APARELHOS E MATERIAIS ELETRICOS
2.552.019
1,03
CONSUMO DE BORDO - MERCADORIA P/EMBARCACOES
2.286.617
0,92
ALUMÍNIO E SUAS OBRAS
1.991.958
0,80
PRODUTOS CERÂMICOS
1.712.031
0,69
MADEIRA, CARVÃO VEGETAL E OBRAS DE MADEIRA
1.554.490
0,63
OBRAS DE PEDRA, GESSO, CIMENTO, ETC.
1.429.872
0,58
VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS, DE MALHA
1.366.330
0,55
PAPEL E CARTAO, OBRAS DE PASTA DE CELULOSE
1.147.833
0,46
TOTAL DAS EXPORTAÇÕES
247.492.231
100,00
Fonte: MDIC/ALICE WEB
PRODUTOS QUE O BRASIL MAIS IMPORTA DA GRÉCIA - 2006
Descrição NCM
US$ (FOB)
%
NAFTAS PARA PETROQUÍMICA
29.960.810
50,60
BORRACHA E SUAS OBRAS
6.629.088
11,20
OBRAS DE PEDRA, GESSO, ETC.
5.924.853
10,01
MÁQUINAS, APARELHOS E MATERIAIS ELÉTRICOS
5.807.137
9,81
FERRAMENTAS, ARTEFATOS DE CUTELARIA, ETC.
1.660.230
2,80
ALGODÃO
1.276.829
2,16
TERRAS, PEDRAS, ETC.
1.187.789
2,01
FUMOS NAO MANUFATURADOS, NAO DESTALADOS
1.070.586
1,81
PRODUTOS DE BELEZA OU DE MAQUILAGEM PREPARADOS
831.132
1,40
ALUMÍNIO E SUAS OBRAS
830.765
1,40
ADUBOS/FERTILIZ. MINER.QUIM. C/NITROGENIO E FOSFORO
720.386
1,22
PEDRAS E METAIS PRECIOSOS OU SEMIPRECIOSOS
558.969
0,94
GORDURAS, ÓLEOS E CERAS ANIMAIS OU VEGETAIS
547.573
0,92
PARTES P/AVIOES OU HELICOPTEROS
426.108
0,72
CALDEIRAS, MÁQUINAS, APARELHOS ETC. MECANICOS
305.232
0,52
PRODUTOS DAS INDÚSTRIAS GRÁFICAS
298.727
0,50
CORREIAS TRANSPORTADORAS/TRANSMISSAO, DE MATERIA TEXTIL
196.497
0,33
OBRAS DE FERRO FUNDIDO, FERRO OU AÇO
146.412
0,25
PLÁSTICOS E SUAS OBRAS
142.972
0,24
PREPARAÇOES DE PROD. HORTICOLAS, DE FRUTAS, ETC.
115.895
0,20
TOTAL DAS IMPORTAÇÕES
59.205.696
100,00%
Fonte: MDIC/ALICE WEB
RELAÇÕES COMERCIAIS RS - GRÉCIA
O Estado do Rio Grande do Sul está em 4o lugar (14,47%) no ranking dos estados exportadores brasileiros para a Grécia, e em 6o lugar dentre os estados importadores (3,64%).
EVOLUÇÃO DA BALANÇA COMERCIAL RS - GRÉCIA
US$
2006
Var. %
2005
Var. %
2004
Exportações
35.806.690
28,00
27.974.183
-35,98
43.695.702
Importações
2.154.306
-37,66
3.455.646
-88,12
29.097.262
Saldo
33.652.384
37,25
24.518.537
67,95
14.598.440
Corrente de Comércio
37.960.996
20,78
31.429.829
-56,82
72.792.964
Fonte: MDIC/ALICE WEB
PRINCIPAIS PRODUTOS EXPORTADOS DO RS PARA GRÉCIA - 2006
No ano de 2006 foram exportados 154 produtos para a Grécia do Rio Grande do Sul.
Descrição NCM
US$ (FOB)
%
TABACO E SEUS SUCEDÂNEOS MANUFATURADOS
17.079.623
47,70
CALÇADOS E SUAS PARTES
4.634.375
12,94
RESÍDUOS E DESPERDÍCIOS DAS INDÚSTRIAS ALIMENTARES
3.831.447
10,70
CARNES E MIUDEZAS, COMESTÍVEIS
2.572.073
7,18
GRAOS DE SOJA, MESMO TRITURADOS
1.579.909
4,41
CALDEIRAS, MÁQUINAS, APARELHOS E INSTRUMENTOS MECÂNICOS
1.450.867
4,05
FERRAMENTAS, INSTRUMENTOS DE CUTELARIA
1.054.830
2,95
BORRACHA E SUAS OBRAS
846.384
2,36
OBRAS DE PEDRA, GESSO, CIMENTO, ETC.
744.125
2,08
COUROS/PELES, INT. BOVINOS, PREPARS. ETC.
478.464
1,34
PLÁSTICOS E SUAS OBRAS
331.576
0,93
MÓVEIS, MOBILIARIO MEDICO-CIRURGICO, COLCHOES
318.132
0,89
OBRAS DE FERRO FUNDIDO, FERRO OU AÇO
139.039
0,39
PEDRAS E METAIS PRECIOSOS OU SEMIPRECIOSOS
132.682
0,37
PELETERIA E SUAS OBRAS
115.350
0,32
VEÍCULOS, AUTOMOVEIS, TRATORES E CICLOS
102.398
0,29
PEIXES CONGELADOS, EXC. FILES, OUTROS CARNES, ETC.
68.661
0,19
ARMAS E MUNICOES, SUAS PARTES E ACESSORIOS
60.373
0,17
OBRAS DIVERSAS DE METAIS COMUNS
38.591
0,11
MÁQUINAS, APARELHOS E MATERIAIS ELÉTRICOS
34.125
0,10
VALOR TOTAL DAS EXPORTAÇÕES
35.806.690
100,00
Fonte: MDIC/ALICE WEB
PRINCIPAIS PRODUTOS IMPORTADOS PELO RS DA GRÉCIA - 2006
Foram importados 25 produtos da Grécia para o Rio Grande do Sul no ano de 2006.